terça-feira, junho 23, 2009

Ela não é daquelas (pt. III)

Mas as perdas não são, não foram minhas. Falo das alheias que senti pela observação.

domingo, junho 14, 2009

ela não é daquelas (pt. II)

Ou sobre como sofrer grandes perdas.

Presumo que foram grandes, ao menos sensíveis, ao menos sentidas. Causaram uma fragilidade momentânea, um risco.

terça-feira, junho 09, 2009

ela não é daquelas.

Dançar, aprender a gostar. É impressionante como o tempo apaga e acende, faz brotar e murchar o frio na barriga. Ela não é daquelas, talvez que nunca tenha sido. Isso não se pode dizer com certeza absoluta, é fato - o que se pode dizer que ela não é daquelas neste caso. Sabe-se lá se o caso fosse (o) Outro, por quais caminhos andaria sua cabeça.
Para não pôr tudo a perder, calma. Para agir com calma e depois ver que foi em vão, quase. Há sempre as coisas que se ajeitam na força bruta, numa forma de indiferença fingida, forçada. Haverá sempre diferenças entre as pessoas - entre as que passam reto na penumbra, as que respondem e frustram as expectativas, e aquelas para as quais se pede licença para passar, e que se viram para outro lado. São estas as que mais conferem certeza de prestar atenção, e assim saber qual o lado exatamente errado de virar.
O mundo listrado deu zebra.
É preciso saber separar refúgios de canções.

sexta-feira, junho 05, 2009

É preciso ter paciência

Pra comer, pra dormir, pro dia amanhecer, pra sentir sono, pra reencontrar, pra se concentrar, pra compreender, pra aceitar, pra viver.

quinta-feira, junho 04, 2009

[...]

The girl with the torn in her side.

domingo, maio 31, 2009

Procurando algo

Busca eterna por respostas. Frases fragmentadas, a aliteração surge em boa hora. Coisas por fazer, mas até que fluíram...digo que fluíram bem até demais. Mas há outras que não sei como resolver.
As surpresas da vida bem que me favorecem. Para o que não há remédio, busco outra doença. A cura não há, mas outra moléstia distrai.

quarta-feira, maio 27, 2009

E dizem que a solidão até que me cai bem.

No olho do furacão, sem saber que se está. É assim, é assim que as coisas são.
Aprendendo alemão, língua de fora, carece de se exteriorizar para entendê-la, é fato. Vontade da fazer nada - vontade de fazer tudo.
Pra onde fugir, onde se possa pensar e resolver e ter dias de 36 horas plenas e aproveitáveis?
As coisas não andam difíceis, as pessoas é que dificultam. Algumas, no entanto, descobre-se que são de sorrir sozinho ao pensar no que há de sublime em conversas casuais...tons de vozes que me marcam; seria eu capaz de reconhecê-los?
Cinema amanhã; pausa que é trabalho.
Tem coisas que nunca são suficientes quando ditas. Tudo o que se pode expressar com palavras, se pode expressar com o silêncio também.