segunda-feira, abril 20, 2009

O inferno do silêncio,

Ou meu silêncio é o inferno? Geralmente não, mas a trava nas palavras me atormenta. Impossibilidade é invenção ou há chances? O porquê de certas atitudes me é estranho; escrevo ainda na inconformidade de minhas próprias in-ações. Neologismos dos quais preciso para me expressar; eu que não consigo me fazer entender muito bem por palavras, mas o rubor e o silêncio quiçá sejam suficientes aos que estão de fora (mas, no fundo, dentro do problema, são o problema ). Entretanto, jamais o serão para mim.

De que preciso: de táticas? De mágica? De soluções gratuitas? 
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domingo, abril 19, 2009

Quem modelou teu rosto?

Dormi com o sol esquentando meus cabelos, época de frio. Encaminho meu projeto, após uma semana corrida, mas o prazer do resultado compensa. Meus escritos são minha maior vaidade.


"Quem está agora ao teu lado ?
Quem para sempre está ?
Quem para sempre estará ?"

Será que você vai saber o quanto...

sábado, abril 11, 2009

Eu nunca tive

Eu nunca tive certeza; eu sempre tive sonhos. Odiei sentir saudades quando tudo estava bem; quero aprender a não ter medo de assumir que tudo está indo muito bem, com todas as conseqüências que isso possa ter.
São tempos de paz onde nasci, após tempestades barulhentas, turbulentas; vou-me reconhecendo. Mas há uns olhos me espreitando - uma vez, várias vezes? - pelas prateleiras. E se?
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Quero escrever algo que emocione. Fazer um curso de barista. Viajar para o litoral, ou para fazendas no frio. Guardar esse vento que trouxe lembranças, e uma enxurrada de palavras belas.

sexta-feira, março 27, 2009

Mas quem sabe um dia eu escrevo uma canção pra você

Cumprimos com nossas obrigações, tentamos nos fazer passar por espaços em que não cabemos. Com efeito, às vezes meu ego me faz maior - pejorativamente - sem que o perceba. O que se segue, então, é uma queda, brusca, esbarrada, um estalido, e até parece que alguma mão quer ou quis me segurar. Mas tenho pressa, recomponho-me de olhos fechados e com a terrível sensação de vergonha.
Recompomo-nos ligeiramente para, não muito depois, reviver estes mesmos passos e tropeços ao relatá-los, escrevê-los, subjetivamente compreendidos, parcialmente narrados. Nunca saberemos o que se passou do outro lado.

sexta-feira, março 13, 2009

Já senti saudades

Mas lendo atingi o bom senso.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

E ir onde o vento for

que é chegada a nossa hora.Vem, vamos além. Vão dizer que a vida é passageira. Sem notar que a nossa estrela vai cair.

sábado, fevereiro 14, 2009