sábado, março 26, 2011

pra todos nós:

"Que eu possa também abrir espaço pra cultivar a todo instante as sementes do bem e da felicidade de quem não importa quem seja ou do mal que tenha feito para mim. Que a vida me ensine a amar cada vez mais, de um jeito mais leve. Que o respeito comigo mesma seja sempre obedecido com a paz de quem está se encontrando e se conhecendo com um coração maior. Um encontro com a vontade de paz e o desejo de viver".

”Estou cada vez mais bossa-nova, espiritualmente sentado num banquinho, com o violão no colo".

Um pouco de Caio F., mais um bocado de paciência e compreensão com meu lado tão ruim, mas que não é inerte; apenas isso, e tempo...Filosofia é meu hospital..''(... ) É hora de fazer tudo o que sempre quis. E é maravilhoso ver que tudo que sempre quis é simples, belo, acessível, fácil, do bem''. Não que antes não fosse: é apenas um outro caminho, talvez.



quarta-feira, março 23, 2011

"Veränderung ist das Gesetz des Lebens".

don't waste your heart.

sábado, março 12, 2011

travessia;

A travessia continua, mas dá sinais de chegar a um porto. Temporário, que seja. Sem provocações, sem mágoas, sem esperas ou expectativas - o que tem de ser tem muita força, e me dá um alívio, e continuo a acreditar assim, devagar, nos dias que se seguem, mesmo quando tudo parece tão cinza e o clima é ruim e pesado...

"E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que "o que tem de ser tem muita força".

"Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará".

"Eu ando tomando o rumo certo agora. Me deseje sorte"

"Você respira fundo. Quase sorri, o ar tão leve: blue".

"Que aconteça alguma coisa bem bonita pra você, te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bem bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em todos de novo"


quinta-feira, março 10, 2011

travessia

"É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado" (Caio F.). Que seja doce o que estiver por vir, aquilo que a gente não sabe, aquilo que a gente procura: o melhor. É preciso então deixar essas coisas miúdas pra trás, aquelas pras quais ninguém liga, mas que aqui dentro fazem estrago. Não dá pra viver tomando café descafeinado, é algo mais ou menos assim, e ponto. O foda é quando ainda tá em stand by. Mas alguma hora chega.

domingo, fevereiro 13, 2011

quem foi que falou numa noite

sobre alguma música do Pato Fu? não sei, não lembro.
Coisa estranha, tudo isso. Passo horas esticada no sofá, pensando em nada, vivendo leve, imaginando. A droga é essa: sinais que vêm quando estou bem, e que me põem depois pensativa demais. E de pensar que pode ser:
mentira,
algo impensado e inconseqüente,
uma simples vontade,
falta do que fazer.

Ou verdade.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

it's hard to explain;

ou nada disso. Ou tudo isso. Não dar tanta importância, é apenas um sinal de vida.
Vou escrevendo...


"Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma -,
você está quase sempre perto de mim, quase sempre presente em memórias, lembranças, estórias que conto às vezes, saudade..."

segunda-feira, janeiro 31, 2011

não, não é frescura,

não é nada premeditado; é a session leve e interminável aqui do lado, junto da leitura da Tati Bernardi, mais a sensação inexorável de é melhor não. Melhor não agir, deixar correr, let it be, enquanto eu fico escondida. Porque se mostrar em determinados âmbitos não deu muito certo, e pode pôr a perder aquilo que nem é e que nem faço questão de ser. Porque será que às vezes uma semana dá medo?
E nem era pra ser, nada pra ter. Falta de costume, quem entende?
Acho que o que não quero é a sensação de decidir. De ir ou ficar, voltar. De insistir e depois ser uma droga. Ou não ser uma droga, sequer dar barato. De qualquer jeito, estou consciente: estou pensando. Estou considerando. Imaginando o que pode ser, justo num caso que não dá pra imaginar. Que caso o quê. Só preciso de minha concentração de volta, mas não lembro em qual vida passada eu perdi.