sábado, agosto 30, 2008

Até perder-se em si mesmo...

Toda janela aberta é um convite à observação. Só a poluição é capaz de atrapalhar um pouco, porém não muito; só quando no fim do pôr-do-sol as idéias ficam ainda mais confusas. Há em cada frase um sentido que nunca se diz, nunca se mostra, mas que se sente. Há quem diga que o vento não deu opção às outras pessoas, e não percebe que há escolha - sim ou não...depois há conseqüências, seja do sim e seja do não.


Um café, braços abertos. Olhar lá fora, a janela convida, mas o quarto é melhor, e mais quente.
Há quem se perca em si mesmo, me disseram, como explicação a tudo aquilo que eu não entendo. Penso no que eu não conheço por inteiro, nas pessoas que foram conhecidas antes e eu não sei por que....nem quando...nem como, nem em que profundidade.
Atormenta-me...tormenta de sentimentos.
Eu me lembro, e penso. Todas aquelas palavras, provocadas por qual motivo? Eu não entendo, e não te tenho.

Não tenho nem a mim.

quinta-feira, agosto 28, 2008

"E até que é fácil acostumar-se com meu jeito...

Agora que temos nossa casa".

"Toda noite de insônia eu penso em te escrever; pra dizer que o teu silêncio me agride, e não me agrada ser um calendário do ano passado, prá dizer que teu crime me cansa...E não compensa entrar na dança depois que a música parou...a música parou (Parou!)".

Toda vez que eu tento tirar conclusões, vem algo novo pra mudar meu pensamento. Por isso deixo tudo aberto a possibilidades, enquanto faço meu café.

segunda-feira, agosto 18, 2008

A melancolia domingueira.

Passo por todos e quem passa por mim? Há alguém que se passa por mim; e não sou eu; e não sei quem é. Não sei quem sou.
E pra que saber?
O "E" da repetição do início de cada frase prenuncia que nada está parado; sempre há a continuação, crônica, crônica.
Há coisas que não sei resolver; uma saudade estourada, um telefonema para semana que vem. Talvez amanhã seja melhor; talvez amanhã nem sei.

Vou aprendendo a não esperar nada de amanhã, mas a acreditar nele. E vamos construindo telhados. E aprendemos a lidar com o inesperado.

quarta-feira, julho 30, 2008

Será que tudo

é o nada das horas vazias? E as histórias, sempre acabam em mentiras ou no não seco e insensível, impensado ou, se refletido, pouso para o medo de cair em contradição, admitir uma fraqueza, que é mais força.
Ou será que as histórias acabam sempre no não saber, no indefinido, em indecisão?

segunda-feira, julho 28, 2008

Sempre tem

essa sensação de ser a última a perceber as coisas óbvias, cujo sentido está a um palmo do nariz, mas insisto em olhar pros lados; o porquê disso eu não sei...

domingo, julho 27, 2008

The future's in the air...

I can feel it everywhere; blowing with the wind of change.

sábado, julho 26, 2008

Sinceramente

Quando eu pensava em tantas coisas, até acreditava que tudo dependia de nossa vontade. Mas quando algo envolve mais de duas pessoas, são duas vontades e determinações, e...